Quando o assunto é Marketing Digital não há como não remeter o pensamento em grandes marcas como Amazon.com, por exemplo, sem contar outras, daqui mesmo, tais como Americanas.com, Mercado Livre, etc. Mas qual o futuro desse mercado tão volátil quanto promissor? O mundo digital cresce exponencialmente, tornando-se quase impossível fazer uma previsão do que irá ocorrer daqui a um mesmo, quiçá cinco anos. Sim, todo profissional ligado à área de marketing digital precisa pensar a médio e longo prazo. É sua profissão, seu ganha-pão. Como realizar tal planejamento, se o técnico gosta é de meter “a mão na massa”, programar e deixar para administradores pensarem sobre o futuro digital.

Nada disso. Todos os envolvidos com essa realidade virtual, até mesmos usuários que compram, vendem e fazem negócios muitas vezes exclusivamente nesta plataforma, precisar estar atentos a tudo que acontece neste cenário em constante mudança. E pensar que toda essa revolução começou há poucas décadas com um computador gigante com 64 kb de memória: os mainframes. Que ainda estão por aí, mais potentes, mesmo considerados “dinossauros”, sustentando essa gigantesca rede de negócios e entretenimento chamada Internet.

No início fez-se um PC e daí o Windows e a coisa não parou mais. Piscou, mudou. Não se pode, no que tange ao negócio de marketing, tirar o olho um minuto da tela. Quando nos inícios dos anos 1980 alguém pensaria em e-commerce em larga escala, armazenamento na nuvem, vendas em profusão num simples clique. Pagamento e gerenciamento de contas na palma da mão. Se a Internet desaparecer hoje, o mundo para sem saber para onde ir. É assim que os que trabalham com ela se sentem quando pensam a longo prazo. Para onde vai essa realidade virtual cada vez mais entranhada na realidade da vida diária. Desde uma simples dúvida até fechar um grande negócio em leilões virtuais, tudo passa por essa realidade virtual. E o marketing digital, pela sua importância nesse “novo mundo”, não pode ficar para trás, correndo o risco de tornar-se obsoleto.

No entanto não se pode fazer marketing de tudo que nos “vendem” na Internet. O consumidor final já não é tão ingênuo quanto no início destes “tempos”. É como se ele, o consumidor final, estivesse caminhando (navegando) numa grande avenida repleta de produtos que ele escolhe a dedo. As novidades não param, assim como no marketing digital, como o BIG-DATA, considerado por muitos especialistas, o novo “petróleo” da área, onde a quantidade de dados a serem armazenados e manipulados atingem números estratosféricos, não dando chance para desatenção neste setor. Bem como a segurança dos dados, que cresce e se diversifica a medida que aumenta a quantidade a ser guardada.

Outra novidade que já está bombando é a personalização de produtos, já utilizados pela Amazon e Netflix, por exemplo. E quem trabalha com marketing não pode desperdiçar tempo e dinheiro pesquisando e prospectando ferramentas para produtos que não valham à pena. A Internet não é tão diferente assim do mundo real. Apenas muito mais veloz. As decisões precisam ser tomadas com agilidade e segurança. Esse o grande desafio para o profissional de marketing: lidar com incertezas, com as inúmeras novidades e saber aplicá-las de forma correta.

Em um futuro próximo, o consumidor há de receber ofertas personalizadas e totalmente eficazes. É o que se espera a curto e médio prazo. Então, o que você, profissional de marketing digital, acha que pode ocorrer nos próximos cinco anos? O nome do que vem por aí é mudança. E o sobrenome, evolução.